Fotos dos nx’s no programa CARONA dia 14/11

15 de novembro de 2009





Bastidores do Raul Gil

14 de novembro de 2009

NX Zero superexpõe seu pop rock no 3º CD

14 de novembro de 2009

“A impressão é de que vocês gravam sempre o mesmo disco”, diz o repórter ao baterista Dani Weksler, do NX Zero, sobre Sete Chaves, terceiro álbum da banda paulista. “Mas desta vez procuramos novos timbres”, responde o músico.

A posição do baterista mostra como o grupo tenta consolidar sua marca na cena nacional. O pop rock do NX Zero contracena hoje com música sertaneja e pagode em shows em feiras agropecuárias e festivais mais populares. No novo CD, o estilo do grupo fica superexposto da mesma forma. Das 14 faixas, ao menos seis poderiam entrar na programação de qualquer rádio, mesmo que ouvidos mais apurados denunciem que o disco não vale tanto o investimento. Sem novidades, as canções poderiam estar em um dos dois CDs anteriores.

“Sempre tentamos manter uma certa postura meio natural em relação ao trabalho. Não pensamos em agradar. De todo o material que compomos, o que nos agrada fica na edição final’, diz Weksler.

“O que procuramos foi ouvir discos clássicos de Green Day e Foo Fighters para tirar ideias sobre timbres e a sonoridade de uma forma geral”, conta o músico.

Fonte: Destak Jornal


Esfrie a Cuca: NX Zero mantém fórmula do sucesso em “Sete Chaves”

14 de novembro de 2009

Não se pode dizer que o NX Zero tenha promovido uma revolução musical em seu novo álbum, recém-lançado. Longe disso. Mas é preciso ressaltar uma notável evolução da banda paulistana, um dos grandes destaques da nova geração do rock nacional. Também vale reconhecer que Di Ferrero (vocal), Gee Rocha (guitarra e vocal), Fi Ricardo (guitarra), Caco Grandino (baixo) e Dani We-ksler (bateria) procuraram inovar seu som, incorporando novos elementos a várias das 14 faixas de “Sete Chaves”, quarto CD do grupo, o terceiro pela Arsenal.

De qualquer modo, os fãs podem ficar tranquilos. O NX traz neste trabalho aquilo a que seu público fiel está acostumado: músicas mais pesadas se revezando com baladonas, guitarras em evidência, o vocal gritado de Di e as letras calcadas em sentimentos e relacionamentos. Um bom disco, afinal, que teve participação ativa de Rick Bonadio, produtor dos maiores sucessos recentes da indústria fonográfica nacional.

Sobre “Sete Chaves”, Gee deu a seguinte entrevista.

Que evolução você vê neste disco em relação ao anterior?
Evoluímos musicalmente. Quisemos evoluir no nosso som, mudamos o jeito de tocar. Fizemos músicas mais pesadas, colocamos um funk em uma faixa, coisa que nunca tínhamos feito. São elementos que enriquecem o novo disco. Foi o disco mais legal que fizemos até hoje, até porque a participação do Rick foi muito maior do que nos outros. Ele estava muito a fim de mudar o jeito de a gente trabalhar e de fazer esse disco diferente dos outros.

As guitarras estão bem marcantes neste CD. Vocês realmente quiseram destacá-las?
Participei de todos os dias de gravação do disco. Lembro que o Daniel testava vários tipos de caixa, o Caco levou uns cinco baixos, eu e o Fi levamos várias guitarras diferentes. Em todos os instrumentos rolou esse lance de testar.

Os fãs normalmente esperam mais do mesmo, ou seja, que o som da banda não mude demais. Vocês levaram isso em conta na gravação deste disco?
Se a gente quisesse mudar o estilo do NX Zero, cada um montava outra banda. Cada disco é um disco. Neste, sentimos que cada um deu seu máximo. Houve di-as em que eu não conseguia dormir porque queria terminar uma música. Trouxe músicas pra gravar aos 45 do segundo tempo, músicas boas, candidatas a tocar na rádio. Mas a gente sempre fica inseguro sobre o que os fãs vão achar. Aí vimos os comentários na internet e foram os melhores de todos os nossos discos. Todo mundo gostou, disseram que lembra um pouco a época em que éramos underground.

Falando em underground, tem um trecho de uma música deste disco que diz “o que nunca esqueci é de onde eu vim”. Vocês ainda trazem essa raiz com vocês?
Muito. Estamos no terceiro disco com a gravadora e ainda não nos acostumamos. A gente dá o maior valor para o que vivemos e só nós sabemos como foi difícil. Sempre que damos entrevistas, lembramos disso pra passar essa energia. Tocamos desde os 15 anos, temos uma história longa, e não só nestes últimos três anos.

Recentemente, vocês tocaram no Primavera Festival da EPTV em Americana, que teve também outras bandas famosas de vários estilos. Como vocês se sentem nesse meio?
Acho que conseguimos nosso espaço, o que é muito difícil. É muito bom dividir o palco com outras bandas, de estilos diferentes. Aprendemos a conhecer melhor o Brasil, a valorizar as bandas consagradas.

Antes o público era mais segmentado, cada um no seu estilo. Hoje vo-cê acredita que entre os fãs do NX Zero existam também aqueles que curtem axé, pagode ou sertanejo, por exemplo?
Bastante. Tem o público que só gosta do nosso estilo, mas tem também a galera que gosta de tudo o que é popular. É muito louco. Fui um moleque que só gostava de rock, mas hoje em dia isso é mais difícil, porque tem muita informação. Quem quiser ouvir nosso som, vai ser muito bem-vindo.

Como tem sido o dia a dia de vocês? Dá pra levar uma vida razoavelmente normal?
(Risos) Dá. Agora estamos trabalhando bastante no novo disco, então é difícil ter um tempo livre pra gente. Mas tem semanas em que a gente consegue ter mais tranquilidade.

O NX Zero é uma banda que tem bastante público e que já conquistou vários prêmios. O que falta pra vocês?
Sinceramente, não sei. Chegamos num estágio em que não somos mais novidade. Mas acho que tocar fora do Brasil seria um momento legal, de preferência em outra língua. A gente queria expandir. Mas posso te falar que estou bem feliz onde chegamos, só tenho a agradecer.

“Sete Chaves” acabou de sair do forno, mas vocês já têm algum novo projeto encaminhado?
Pensamos em um monte de coisas, talvez a gente lance um DVD. E já estão saindo músicas novas (Risos).

Quando vai rolar a turnê do disco novo?
Estamos adaptando as músicas novas ao show, tocando duas ou três no máximo, mas a galera está começando a pedir. Mas a turnê nova mesmo será lançada em São Paulo só em março, porque temos bastante show até o final do ano e em janeiro e fevereiro não rola muito por aqui. Depois disso, começaremos a turnê com todo o cenário novo.

Fonte: EPTV


Entrevista: O guitarrista Gee Rocha falou sobre o novo álbum do NX Zero, Sete Chaves, segundo ele o melhor álbum da banda até hoje

14 de novembro de 2009

“Sete Chaves é o melhor álbum do NX Zero até agora”. Quem crava a frase é o guitarrista da banda, Gee Rocha, que considera que o quarto álbum de estúdio da banda representa uma clara evolução na sonoridade do quinteto.

Sete Chaves, terceiro álbum do grupo pela Arsenal Music e sob a batuta do produtor Rick Bonadio, chegou às lojas na semana passada e já está batendo recordes – o primeiro single, Espero a Minha Vez, alcançou logo no dia de seu lançamento o 1º lugar nas rádios de SP, Rio de Janeiro e Porto Alegre, feito alcançado anteriormente por outra música do NX Zero, Cedo ou Tarde.

“Esse sucesso só acontece quando a música é boa”, afirmou sem medo Gee Rocha. “Agora, a questão das rádios é ótima porque traz a nossa música para um público que não é o nosso, que é aquele pessoal mais velho, que ouve música no trânsito no meio da programação das rádios. Mas pode crer: se a música fosse ruim, não estava tocando, independentemente de quem ouve”, completou.

Para o guitarrista, Sete Chaves é a síntese perfeita da identidade atual do NX Zero, que finalmente conseguiu encontrar um ritmo de produção no qual se sente confortável. “Este álbum é extremamente importante por marcar o início da canção do NX Zero. Se antes fazíamos só música mesmo, aquela coisa de moleques experimentando os limites do que é compor, hoje temos canções que emocionam, únicas, belíssimas”, afirmou, com evidente carinho pelas composições de Sete Chaves.

O processo de composição também foi algo inédito para a banda – além da onipresença do produtor Rick Bonadio, que participou de cada detalhe da composição das faixas – esta foi a primeira vez que o NX Zero de fato trabalhou como um grupo em sua completude. “O diferencial é que aprendemos a elaborar todo o processo de criação em equipe, com todo mundo dando pitaco em tudo que o outro fazia, em cada linha, cada arranjo, cada verso. E isso com respeito absoluto”, garantiu Gee Rocha.

Mas as músicas já chegaram no estúdio Midas, na região norte de São Paulo, praticamente prontas, o que não significa que sejam elas que figuram no álbum completo, que conta com 14 faixas. “Eu comecei a compor algumas coisas em casa, umas bases e tal. Daí o Di (Ferrero, vocalista) veio com as letras, o resto do pessoal mexeu também e fomos para o estúdio. Mas você acha que ficou assim? (risos). Caramba, mas mudou absolutamente tudo”, afirmou, sem se arrepender de nenhuma mudança.

Enquanto fala sobre o processo de composição, Gee Rocha cita incessantemente o produtor Rick Bonadio, ressaltando sua importância no produto final e em cada um dos arranjos de Sete Chaves. Com fama de controlador, Bonadio é a cabeça responsável pela produção de grupos como Gloria, Strike e Fresno, e em Sete Chaves o produtor não ficou só atrás da mesa de som – tocou piano, teclado e guitarra em diversas músicas do álbum. Mas Gee Rocha minimiza a onipresença de Bonadio.

“Ele não centraliza nada. Nós confiamos totalmente no trabalho dele. Tudo que ele fala no estúdio é para melhorar o nosso som – sem contar que é visível o carinho que ele tem pelo nosso álbum e pela gente”, afirma, sem titubear. “E tem mais: ele pode até dizer o que quiser, mas quem dá a última palavra é o NX Zero. É a gente que decide, sempre. E vamos ser sinceros: o Rick é muito criticado, mas tudo que ele faz estoura. O cara tem tino”, completou o guitarrista.

Gee Rocha é enfático na hora de afirmar que a sonoridade de Sete Chaves é a maturidade do NX Zero. Para ele, existem diversas influências que podem não ficar evidentes para o público à primeira vista, mas que estão lá e vão muito além do rock adolescente pelo qual ficaram rotulados.

“Eu ouço muito Metallica, AC/DC, Pearl Jam – inclusive, pirei com o novo, The Fixer –, Blink 182, Van Halen, Aerosmith, e coisas como Norah Jones, B.B King, Eric Clapton e muito rap”, conta o guitarrista.

E sobre rap, aliás, o músico tem muito assunto. Segundo ele, um de seus planos é criar, em parceria com Di Ferrero, um projeto que une o rap e o rock, ainda sem nome definido. “Eu amo essa parada de misturar rock e rap, em uma coisa meio Linkin Park. Quando eu conheci o Túlio Dek, comecei a pensar a sério em um projeto rap, e inclusive a gente já tem uma música, ainda sem título, pra usar nessa nossa empreitada. E o Rick pirou na ideia, o MV Bill, com quem a gente conversou, também adorou, então tem futuro”, afirmou o guitarrista, visivelmente empolgado.

“Gosto tanto que a música Só Rezo, que tem essa coisa meio rap, ainda vai ter um remix feito pelo MV Bill. Pode esperar”, completou, adicionando, em tom de troça, que também pode se aventurar em um projeto de heavy metal no futuro.

Parece que a maturidade chegou mesmo ao NX Zero, apesar dos integrantes da banda estarem na faixa dos vinte e poucos anos. De acordo com Gee Rocha, o rótulo de rock adolescente nem incomoda mais. “É normal chamarem a gente assim, afinal, estouramos quando ainda éramos moleques. Mas, quer saber? Não estou nem aí, porque os fãs que acompanham mesmo a gente, que vão nos shows e compram os CDs são os adolescentes mesmo. Então, reclamar pra quê?”, se diverte o guitarrista.

“Antes, havia uma insegurança quanto ao som da banda. Nem tudo que eu compunha tinha a cara do grupo. Hoje, tudo que eu faço tem automaticamente a cara do NX Zero. Nos encontramos”, afirmou Rocha, que adianta que já tem três músicas para o próximo álbum, que deve ser lançado em 2010, em processo de preparação.

E, enquanto isso, o NX Zero se prepara para a turnê do álbum Sete Chaves, que começa em março de 2010. Por enquanto, os fãs podem conferir apenas duas músicas do novo trabalho nos shows – Espero a Minha Vez e Só Rezo, além da adição recente de Insubstituível.

Fonte: Virgula


‘Somos viciados no twitter’, diz baixista do NX Zero

14 de novembro de 2009

O NX Zero acaba de lançar ‘Sete Chaves’, o terceiro álbum de músicas inéditas. E os fãs já estão fazendo barulho na internet para divulgar o novo disco da banda. Silmara Messias, de Ourinhos (SP), escreveu para o Fantástico contando que faz de tudo pelos rapazes. “Eu e minhas primas somos fãs de carteirinha e queremos sugerir uma reportagem com o NX Zero. É a nossa única esperança”, disse.

Aqui na coluna Emplacou a sugestão da Silmara foi aceita. Nós conversamos com o baixista da banda, Conrado Grandino, sobre a relação deles com os fãs e com a internet. Ele revelou que o NX Zero fica conectado mesmo quando está na estrada e que coloca a mão na massa para atualizar o conteúdo na web.

Pelo site oficial, dá para perceber que o NX Zero está conectado: tem fotolog, orkut e myspace. Da onde nasceu a necessidade de estar em tantas frentes na web?

Isso vem desde a época em que éramos uma banda independente, pois como não tínhamos estrutura – e muito menos grana – achamos na internet várias maneiras de divulgar nossos shows e disponibilizar nossas músicas. Com o passar do tempo, essa ferramenta mostrou-se fundamental no nosso trabalho e no de outras bandas. Inclusive, quando escolhemos o nome do nosso último CD, o ‘Sete Chaves’, colocamos na mesma hora no twitter, e acabou ficando em segundo lugar no Trending Topics mundial, que mede os assuntos mais comentados no site no mundo inteiro. Através da internet, mantemos nossos fãs sempre atualizados em relação ao que estamos fazendo. Assim, eles se sentem muito mais próximos de nós e nós deles!

Como funciona a atualização de todo esse conteúdo?

A gente mesmo que atualiza tudo isso! Às vezes, temos a ajuda do presidente do nosso fã-clube oficial, que dá uma força sempre que estamos ocupados. Mas gostamos muito de colocar a mão na massa. Tanto que cada um tem o seu twitter individual, além do da banda. Isso acaba se tornando um vício! Passamos o dia inteiro atualizando nossos perfis. Quando estamos na estrada, atualizamos tudo pelo celular. E sempre tem alguém que leva um notebook!

Em uma votação pela internet, o CD ‘Agora’ foi eleito o melhor do ano. Ser um fenômeno na web significa ter sucesso na ‘vida real’?

Acho que sim. A internet deu a possibilidade de o público escolher os artistas que mais se destacaram ao longo do ano. Os fãs que votam são os mesmos que compram os discos e que lotam os shows.

Qual a posição do NX Zero em relação à pirataria virtual? Como sobreviver nesse novo modelo da indústria fonográfica?

É complicado dizer, já que o NX Zero nasceu na internet. Ao mesmo tempo, mesmo quando éramos independentes, já tínhamos nosso disco lançado por um selo. Sabemos o quanto é importante para o artista vender discos. É dessa forma que as gravadoras sobrevivem. É com esse dinheiro que elas lançam novas bandas, produzem os clipes, entre outras coisas. Mas sabemos que a mentalidade da galera está mudando em relação a isso. Nossos fãs compram nossos discos sabendo que estão ajudando a banda. Eles compram nossos discos porque querem que a gente continue o trabalho. Isso acontece pela proximidade que temos com eles. É muito mais importante a conscientização do público do que algum tipo de punição.

Fonte: Fantastico


Nxzero Gravou Entrevista para o “Fantástico”

14 de novembro de 2009


Dia 06/11 uma fan da banda estava em um hotel com os meninos do Nxzero, e rolou uma entrevista sobre quedas em shows para o programa “Fantástico” da rede globo e aproveitando o tema da entrevista, a banda falou sobre o acidente com o Dinho Ouro Preto (Capital Inicial) que sofreu um traumatisco crâniano leve, após cair de um palco com altura de 3 metros de altura a uma semana.
A entrevista foi bem grande, mas ela deve ser bem editada e ter partes excluidas da edição.
Enquanto rolava a entrevista Di e Gee fizeram caretas e gracinhas para agradar alguns fans presentes no local, os integrantes estavam super animados.

Fonte: Nx source